Através da visão de Carl Jung, podemos entender essa relação e a possibilidade de acessar o inconsciente coletivo da humanidade, pelo ato simbólico, imaginário e a força dos arquétipos no âmbito emocional. De acordo com Jung é no inconsciente coletivo que contém imagens e símbolos arquetípicos.
“Usar o símbolo errado pode fazer com que não entre mais clientes na sua empresa ou que desapareçam os que já existem. O mau uso do símbolo ou arquétipo na mesa de trabalho, por exemplo, pode levar à demissão do emprego. É preciso prudência e bom-senso.
Jung estudou detalhadamente sobre isso e escreveu 31 livros e Joseph Campbell outros tantos. Todo símbolo e arquétipo tem uma energia especifica que manipula outras energias. Toda a vida psíquica é determinada pelos símbolos e arquétipos. Todas as religiões usam símbolos, além de empresas, logomarcas e logotipos.”

“As disciplinas da contemplação, da meditação e da oração são os meios pelos quais o homem ascende às esferas mais refinadas da consciência e a um estado de união com a divindade que se encontra no âmago do seu ser.” – Prof. Antônio Rodrigues.
Várias áreas da sociedade trabalham com símbolos emprestados, por exemplo, os antropólogos utilizam o termo “xamã” para se referirem aos sacerdotes de uma grande variedade de culturas nativas, e que são conhecidos também como: bruxo, feiticeiro, curandeiro, mago, vidente. No Brasil utiliza-se o nome de pajé; na América do Norte de “medicine man” ou “medicine women”; e na América Central de curandeiros ou feiticeiros. Conforme artigo da Universidade de Cambrigde, o crescimento cultural do animismo se adapta às condições sociais dos seus praticantes, apesar de não serem representantes dos povos originários.
Como diz o Prof. Hélio Couto: “Arquétipos são o que há de mais poderoso no Universo.” Conhecimento é tudo!
Por Valéria Rowena – Escritora e Oraculista
Fonte consultada: Crenças Animistas



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